Muito Boa Tarde,Venho, em nome do Sr. Presidente da Junta de Freguesia da Pena informar que não ser morto qualquer porco nas nossas instalações.No dia 4 de Fevereiro será organizado um convívio entre a população com almoço de porco no espeto. O nome "Matança do Porco" foi publicado com virgulas dobradas para se apresentar apenas como o nome atribuído ao evento.Agradecemos contudo a observação feita pelo PAN e manifestamos o nosso contentamento no vosso interesse por este tipo de questão.Na esperança de contarmos com a vossa participação no dia 4 e em futuras colaboraçoes sobre os Direitos dos Animais, subscrevo-me com os melhores cumprimentos.--Ana Rita Machado(Técnica Superior de Serviço Social)Junta de Freguesia da Pena
Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012
"Matança do Porco" em Lisboa - resposta da JF Pena
Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012
Pedido de esclarecimento à JF Pena sobre iniciativa de 'Matança do Porco'
Exmo. Sr. Presidente
da Junta de Freguesia da Pena,
Tendo chegado ao conhecimento do Partido pelos Animais e pela Natureza – PAN, que se estaria a organizar, na Junta de Freguesia a que V. Exa. preside, uma iniciativa popular de 'Matança do Porco' no próximo dia 04 de Fevereiro às 12h30, vem o Conselho Local de Lisboa do PAN solicitar a V. Exas. um esclarecimento sobre a veracidade desta notícia.
A confirmar-se a intenção de organizar tal iniciativa, o PAN não pode deixar de demonstrar a sua tristeza e indignação pelo facto de uma junta de freguesia da capital do país promover um evento centrado num acto de violência sobre um animal, provocando-lhe sofrimento atroz e gratuito, sem qualquer respeito pela sua condição. A iniciativa de confraternização é de louvar, mas pode e deve ser promovida sem a matança exposta e violenta de um ser vivo, sujeita à assistência de crianças e jovens.
O PAN vem por isso apelar a V. Exa. que, caso esteja de facto planeada uma ‘Matança do Porco’, abdique da ideia original, substituindo-a por um momento de confraternização popular sem violência e sofrimento. Caso contrário, o PAN ver-se-á forçado a analisar a possibilidade de impedir o evento por via legal.
Recordamos que a realização de matança tradicional de suínos obedece aos requisitos do DL n.º 28/96, de 2 Abril, que transpõe para o ordenamento jurídico interno a Directiva n.º 93/119/CE, do Conselho, de 22 de Dezembro, relativa à protecção dos animais de abate quanto à contenção, atordoamento e sangria dos animais, aplicando-se ainda as determinações constantes de Edital do Sr. Director-Geral de Veterinária, do Ministério da Agricultura e do Desenvolvimento Rural e Pescas, datado de 06-06-2008, sendo as infracções, nomeadamente os crimes contra a saúde pública, puníveis, nos termos do DL n.º 28/84, de 20 de Janeiro, com pena de prisão até três anos e multa até 100 dias, nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 22.º.
Certa de que poderemos contar com os melhores ofícios de V. Exa. para a sensibilização do público para a adopção de costumes e medidas tendentes a um maior respeito pelo bem-estar animal,
Subscrevo-me com os meus melhores cumprimentos,
Paula Pérez
Presidente do Conselho Local de Lisboa
do Partido pelos Animais e pela Natureza
Quinta-feira, 17 de Março de 2011
Já é possivel filiar-se no PAN!
http://www.partidoanimaisnatureza.com/filiacao.html
Sexta-feira, 24 de Dezembro de 2010
Mensagem de Natal do Partido pelos Animais e pela Natureza
O Partido pelos Animais e pela Natureza não pode por isso mesmo deixar de expressar os seus desejos de que a celebração desta época festiva relembre os seus valores de origem, que remetem para as noções de nascimento e esperança, em suma, de mudança. São estes os valores de todos os que promovem um mundo mais justo.
Sábado, 11 de Setembro de 2010
Partido Pelos Animais é agora Partido pelos Animais e pela Natureza

A Comissão Coordenadora do Partido Pelos Animais vem por este meio anunciar que formalizou junto do Tribunal Constitucional um pedido de inclusão da expressão "e pela Natureza" na sua designação, passando a chamar-se Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN), pelas razões abaixo sumariamente apresentadas:
1. opção pela consagração explícita na sua designação da temática ecológica, desde sempre presente no manifesto e na declaração de princípios;
2. constatação da não existência em Portugal de um verdadeiro e independente partido ecologista;
3. a necessária associação que existe entre o amor aos animais e o gosto pela natureza, sendo que a preocupação ecológica se encontra hoje mais divulgada na sociedade, ao contrário da causa animal, pelo que associar as duas beneficia necessariamente esta última;
4. a luta pela dignificação dos animais não pode limitar-se a tratar os sintomas, mas deve trabalhar de forma eficaz pela alteração de tudo o que na estrutura mental, cultural, social e mesmo económica da sociedade portuguesa tem contribuído para a perpetuação da situação que os mesmos vivem;
5. a nova sigla, PAN, é um prefixo grego que contém em si a noção de totalidade ("tudo", "todos", "completo"), suportando a ideia de um partido inteiro, que pretende promover alternativas éticas em todos os domínios da vida nacional. Na mitologia grega, Pan é também um deus relacionado com a natureza e os animais.
Saudações amigas,
A Comissão Coordenadora do Partido pelos Animais e pela Natureza
Segunda-feira, 26 de Julho de 2010
Manifestação silenciosa em Fátima
Dia 15 de Agosto (domingo), irá realizar-se em Fátima uma manifestação silenciosa entre as 08:00 e as 13:00, contra os maus tratos de animais em Fátima. O local será na Rotunda Norte, chamada Rotunda do peregrino, saída lado esquerdo da Auto Estrada. A quem quiser participar, pedimos que venham vestidos de branco ou de preto.

“Chamava irmãos a todos os animais […]”
- Tomás de Celano, Vida Segunda (de São Francisco de Assis), CXXIV, 165.
Tem sido tornado público e documentado fotograficamente o modo cruel como são tratados os animais no Santuário de Fátima, o que já deu azo a uma reportagem televisiva. Por ordem da Reitoria do Santuário, seguranças capturam regularmente todos os cães que encontram, com ou sem dono, e amontoam-nos numa gaiola nas traseiras do Santuário, onde são deixados durante dias, ao sol e à chuva, sem comer nem beber, até que a Câmara Municipal de Ourém os venha buscar para abate, dado não ter condições para os acolher e não cumprir a já antiga promessa de construir um canil/gatil municipal.
Ao serem apanhados, há cães vítimas de dolorosas agressões com foices e alguns são envenenados e abatidos no próprio local. Por outro lado, os que são recolhidos pela Câmara vivem em condições miseráveis até à morte.
Estes actos constituem uma intolerável violação dos direitos dos animais e dos nossos deveres para com eles, que, além de ser inaceitável numa nação que se pretende civilizada, é tanto mais absurda e grave por ser levada a cabo por uma instituição religiosa num lugar sagrado, destinado à elevação moral e espiritual do ser humano. Além de chocarem todo o cidadão minimamente consciente e sensível, estas acções contradizem e ofendem a fé e o sentimento cristãos, profanando com violência, sofrimento e morte um dos principais santuários católicos do mundo.
A Bíblia apresenta os animais como criaturas de Deus (Génesis, 1, 24), o que se confirma no Catecismo Católico, onde se lê que os homens devem ser bondosos para com eles, recordando o amor que lhes dedicaram São Francisco de Assis e São Filipe Néri. No mesmo Catecismo acrescenta-se ser “contrário à dignidade humana fazer com que os animais sofram ou morram desnecessariamente”. O Papa João Paulo II declarou que os animais têm alma, estão “tão próximos de Deus como os homens” e que devemos “amar e sentir solidariedade com os nossos irmãos mais pequenos”. Bento XVI afirmou serem “criaturas que devemos respeitar como companheiros na criação”.
Perguntamos à Reitoria do Santuário de Fátima se teve acesso a outra revelação ou autoridade divina que anule estas e, se não é o caso, como justifica a sua actuação perante os crentes e a opinião pública.
Sendo improvável uma qualquer justificação, além de exigirmos o fim imediato de toda e qualquer forma de maltratar os animais no Santuário de Fátima, deixamos uma proposta que nos parece uma justa e salutar forma da actual Reitoria contribuir para se redimir das ofensas contra os animais e a consciência moral dos homens: sendo públicos os crescentes e elevados lucros do Santuário, que em média excedem mais de 8 milhões de euros anuais, uma pequeníssima parte desta quantia basta para construir um canil/gatil onde os animais possam viver condignamente. Será uma forma de estender a caridade cristã e franciscana aos nossos companheiros não-humanos, da Reitoria corrigir o actual caminho de transgressão dos preceitos do amor evangélico e de recuperar alguma credibilidade pública, não prejudicando mais a imagem da religião que professa.
Caso isso lamentavelmente não aconteça, solicitamos à Câmara Municipal de Ourém que cumpra a sua promessa aos munícipes e construa urgentemente um canil/gatil condigno. E exortamos todos os cidadãos, em particular os crentes católicos, para que denunciem e exijam o fim imediato desta situação escandalosa.
Quinta-feira, 22 de Julho de 2010
PPA felicita Câmara Municipal de Santarém por acção de sensibilização
Visando inicialmente a aplicação de coimas, a iniciativa evoluiu na prática para uma campanha de alerta e sensibilização da população para a importância do cumprimento do que se encontra estipulado na lei, opção que o Partido Pelos Animais (PPA) aplaude.
Um membro do PPA esteve presente no local e acompanhou a iniciativa, constatando que, de facto, não foi levantado qualquer auto e que os funcionários camarários e agentes da autoridade adoptaram uma postura de sensibilização quanto à questão, advertindo que de futuro se terá efectivamente de proceder à aplicação de coimas.
Mais uma vez, o PPA regozija-se pela opção por uma campanha de sensibilização, uma vez que a aplicação de coimas ou a ameaça da mesma levaria sem dúvida ao abandono de alguns animais, uma vez que alguns responsáveis pelos mesmos preferem abandoná-los a ter de suportar encargos financeiros ou dedicar alguma atenção ao cumprimento do que a lei determina.